Os vídeos das torcidas podem ser vistos em http//www2.energiadastorcidas.com.br/

América-MG
O time e torcida do América-MG têm um orgulho imenso em serem os únicos que podem comemorar um decacampeonato no mundo todo! Além disso, para aumentar a festa americana, o Coelhão  comemorou seu centenário

Atlético GO
Quer ouvir uma história de amor entre torcida e clube? Então acompanhe essa história de garra, amor e entrega da torcida do Atlético-GO, que quase perdeu seu time, mas que ao ver isso acontecer, reergueu o clube com suas próprias mãos!

Atlético MG
A Massa Atleticana não tem esse nome a toa. De tão grande e tão apaixonada, a torcida do Galo dá um show para você nesse vídeo que se torna uma homenagem a todo esse amor.

Atlético PR
Em cada segundo desse vídeo você vai se arrepiar com o amor dos atleticanos pelo seu Furacão da Baixada! O Atlético rubro-negro mostra o quão grande e temido pode ser dentro de campo quando empurrado por sua torcida!

Avai
De Santa Catarina, vamos conhecer a força do Avaí na Ressacada! O torcedor avaiano carrega consigo as tradições e orgulhos locais, afinal, são Manezinhos da Ilha. E essas qualidades são heranças que os avaianos transformam em amor pelo seu time!

Bahia
Grande Bahia, clube glorioso, com uma torcida invencível em fervor e vibração. Um time que no seu hino coloca na garganta do torcedor um clamor constante por mais um gol, o maior combustível do futebol. “Somos da turma Tricolor… Bahêa, Bahêa, Bahêa!”

Botafogo
Superstição, tradição e muitas glórias. Dizendo isso de um torcedor, já podemos deduzir que se trata de um botafoguense. Alguns dos maiores nomes do futebol vestiram essa camisa, e por isso a torcida sabe que seu Botafogo merece todas as honrarias de um gigante do futebol!

Ceará
A alegria do povo cearense está ilustrada nesse vídeo que de tão contagiante quase levanta da cadeira quem o assiste. E é esse amor do torcedor que não podemos deixar de admirar! Como disse o ídolo Sérgio Alves, “Se o Ceará estiver precisando do meu sangue, eu doo…”.

Corinthians
“Aqui é Corinthians!” Conheça toda a energia e vibração da nação corintiana, a Fiel Torcida, que mesmo em anos de escassez de títulos e conquistas cresceu para empurrar o Timão às vitórias. Nunca subestime o amor de um alvinegro do Parque São Jorge!

Coritiba
Quando o coração do Alto da Glória pulsa, o estádio balança e a história do Couto Pereira se escreve em verde e branco. Essa torcida quando canta, rege o time como um maestro. No Couto, a Energia da Torcida Coxa Branca garante o resultado.

Cruzeiro
A torcida celeste enche o peito para falar de seu orgulho pelo Cruzeiro! Confira o vídeo da China Azul, como é conhecida a torcida cruzeirense devido o seu tamanho. Porém, ainda mais do que tamanho, o amor e sede por títulos é o que move a parte azul de Minas Gerais!

Figueirense
O torcedor do Furacão do Estreito é só alegria! E o Figueira faz por merecer o carinho, afinal seus torcedores são apaixonados e orgulhosos pelas glórias e mais glórias conquistadas em Santa Catarina. Os alvinegros cantam no Scarpelli com o coração e em qualquer situação!

Flamengo
A Nação! Não é a toa que a torcida rubro-negra é chamada assim. Ela tem o tamanho de uma nação e muito orgulho disso, assim como de suas cores, história e conquistas. O flamenguista até gosta de futebol, mas o que ele ama mesmo é o Flamengo!

Fluminense
Tradição e muitas histórias sobre o Tricolor das Laranjeiras estão nesse pequeno documentário que além de mostrar todo o amor dos torcedores do Fluminense, também apresenta o quanto o Flu pode ser diferenciado dentro do Maracanã!

Grêmio
Glória. Orgulho. Força! É assim que o Grêmio recebe o amor dos tricolores do Rio Grande do Sul. A parte azul desse povo aguerrido sempre está disposta a apoiar e empurrar seu time com muita força e amor. Em qualquer situação o gremista sempre cantará “Até a pé nós iremos”!

Internacional
De tantas glórias, o Internacional, “clube do povo do Rio Grande do Sul”, é hoje uma das maiores forças do Brasil em termos de história e conquistas. Boa parte disso está em dois de seus maiores patrimônios: o amor de seus torcedores e o Gigante da Beira-Rio! Dá-lhe Inter!

Palmeiras
O clube que melhor representa as tradições da capital paulista é o Palmeiras e suas raízes na colônia italiana, o que por sinal presenteou os palmeirenses com um sangue quente e apaixonado pelo seu Verdão. É de fato uma “torcida que canta e vibra”!

Santos
O clube do Rei e dos Meninos da Vila! O Santos se tornou um dos times de maior tradição em todo o mundo, e o santista ostenta isso como se fosse uma medalha. O orgulho para com os novos craques e em ser súdito do Rei Pelé faz desse torcedor um dos mais felizes do Brasil!

São Paulo
Um grande levantador de taças. Assim é o São Paulo! O Tricolor Paulista é um time muito vitorioso, e por isso sua torcida acaba sendo perita em comemorar e fazer festa. Por falar em festa, sinta um pouco dessas glórias nos olhos e vibração dos torcedores do Tricolor!

Vasco
Clube formado por colonos portugueses. Primeiro a abrir suas portas para a miscigenação brasileira. Esse é o Vasco da Gama, que em meio a tantas glórias, tem uma das maiores e mais apaixonadas torcidas do Brasil. “Vamos todos cantar de coração!”

 

 

 

O futebol chegou à Bahia através de jovens burgueses que estudavam em colégios da Inglaterra, país onde surgiu o futebol moderno. Contudo, o que seria uma mera nova prática esportiva ganhou ares de preconceito entre o branco e o negro.   

De 1901 a 1912, iniciou-se a formação de uma cultura futebolística burguesa através da criação da Liga Bahiana de Desportos Terrestres (LBDT), conhecida como a “Liga dos Brancos”.

E, essa “Liga dos Brancos” tinha um caráter excludente, uma vez que era proibida a participação dos negros. O campeonato encontra um período de existência entre 1905 a 1912.

Porém, Salvador também experimenta o surgimento de uma cultura do futebol popular, representada por práticas próprias, constituída por grupos subalternos.

Esta encontra maior expressividade de 1912 a 1920, período da existência da Liga Brasileira de Desportos (LBD), que, além de substituir a antiga Liga no futebol baiano, se constituía enquanto um espaço de prática do futebol pelos clubes subalternos, formados, na maioria, por negros, que ficou conhecida pejorativamente pelo nome de “Liga dos Pretinhos”.

 

 Fontes: Helenicus, Almanaque Esportivo da Bahia, 1944.

 

Num jogo demasiadamente nervoso, principalmente em sua fase inicial, o time amador da Associação Ferroviária de Esportes derrotou o Sporting Benfica Araraquara pela contagem mínima, e com esse resultado abiscoitou o título máximo do Campeonato Amador/Divisão Especial, versão 1975, da Liga Araraquarense de Futebol (LAF).
Excelente público compareceu na tarde do dia 6 de dezembro de 1975 ao Estádio Municipal Siqueira Campos, em Araraquara, proporcionando uma arrecadação recorde de Cr$ 4.900,00.
O único tento da partida foi anotado aos 29 minutos da segunda fase, por intermédio do ponteiro esquerdo Ademir. Não chegou a ser um “frango”, mas houve falha do goleiro Djalma, uma das principais figuras do time benfiquense durante todo o campeonato, particularmente contra o Grêmio Desportivo da Polícia Militar.
O jogo, que teve um transcorrer normal, terminou em confusão e pancadaria, com jogador sendo expulso e torcedor invadindo o campo para agredir um dos bandeiras.
A Associação Ferroviária de Esportes, com o seu “expressinho”, jogou e venceu alinhando: João Luiz; Paulão, Mauro, Gil e Mingo; Hastel e Marcos; Marcuíra (Walmir), João Ari (a melhor figura em campo), Odair e Ademir.
O Benfica alinhou: Djalma; Morgado, Carlito, Nardinho e Cilas; Quico e Coca; Ditinho, Ivan (Wilsinho), Zé Eduardo e Basílio (Pedrinho).
Na arbitragem esteve Vital Maria Bueno Lopes, auxiliado pelos bandeiras Santo Gileno e Theobaldo Roberto Alves dos Santos. Representando a presidência da Liga Araraquarense de Futebol, compareceu Vicente Henrique Baroffaldi.

Fonte: O Diário (Araraquara), edição de 7 de dezembro de 1975.

 

Outra foto rara encontrada no Jornal O Imparcial, no dia 06 de novembro de 1927 (página 7), foi da Seleção Carioca, de 1915. A matéria destaca a goleada do time do Rio em cima do combinado paulista, sendo o placar mais dilatado nos confrontos entre cariocas e paulistas pelo placar de 5 a 2.

Dos 13 jogadores citados (os titulares e outros jogadores que atuaram diante dos paulistas), como o campeão de 1915, a base era do Flamengo com cinco jogadores: Baena (goleiro), Nery e Píndaro (zagueiros), Gallo (Médio) e Sydney Pullen (médio).

Apesar de ter terminado na quarta colocação, o Botafogo cedeu quatro atletas: Rolando (médio), Lulu (meia), Menezes e Mimi Sodré (atacantes). O Fluminense, vice-campeão, tinha dois jogadores: Marcos Carneiro de Mendonça (goleiro) e Welfare (atacante).

Completando o ‘scratch’, dois jogadores do São Cristóvão (que terminou na 5ª posição): Cantuária e Sylvio (atacantes). Curiosamente, o América Football Club, que ficou em 3º lugar no Estadual não teve nenhum atleta na Seleção da Liga Metropolitana de Sports Athléticos (LMSA).

Por fim, na ordem, a escalação da Seleção Carioca: Baena (Marcos Carneiro de Mendonça), Nery e Píndaro; Gallo, Rolando e Sydney Pullen; Menezes, Mimi Sodré, Welfare, Cantuária (Lulu) e Sylvio. Da mesma forma que a outra foto, essa também reescrevi para facilitar a leitura (abaixo):      

 

“O Scratch carioca de 1915 – Em pé da esquerda para a direita: Píndaro, Baena, Cantuaria, Nery, Gallo e Rolando. Sentados: Menezes, Sydney, Welfare, Mimi e Sylvio. Quando se compara este poderoso quadro, que com a troca de dois elementos (Cantuaria por Lulu e Baena por Marcos) infligiu ao combinado paulista a maior derrota que este já sofreu dos cariocas (5 – 2) com o team que se vae bater hoje contra os gaúchos, sente-se bem a diferença dos tempos”.

 

o Jornal O Imparcial, no dia 11 de dezembro de 1927 (página 7), eu encontrei num quadro (vale a pena ver de novo) a foto do time posado do Sport Club Americano, de São Paulo de 1918. O texto cita que o time obteve um grande resultado ao vencer um combinado argentino, em pleno solo ‘inimigo’ pelo placar de 2 a 0.

 Além da foto em si, ser interessante, na equipe um jogador em especial: o lendário Friedenreich. Como o texto está ruim, transcrevi para facilitar (abaixo):

 

 “Sempre da esquerda para a direita: SentadosFriedenreich (que ia ser mais tarde o nosso Center forward), Juvenal, Decio Vicari (que foi campeão carioca de 1910 pelo Botafogo), Alencar e Formiga (que aliás sempre actuou melhor na direita do que na esquerda). Ajoelhados – Buckermann, Octavio Bicado e Sebastião. Em pé: Menezes, Hugo e Chico Netto (que depois foi campeão carioca pelo Fluminense). Este o poderoso quadro do S.C. Americano que em 1918 derrotou, em Buenos Aires, o combinado argentino por 2 a 0“.

 

Mergulhando nesse belo Jornal O Imparcial, uma coisa eu posso afirmar: era um periódico a frente do seu tempo. Apesar da precariedade se comparar com a tecnologia atual, o veículo de imprensa criou e inovou de forma simples, porém interessante. 

 Uma ideia interessante feita pelo jornal em 1927. Restando algumas semanas para o final do Estadual, fizeram o seguinte: pegaram alguns times posados (dando os nomes de cada jogador) e acima escreviam um texto de lamentação e incentivo para aqueles que não foram bem. Criativo e poderia ser utilizado nos dias de hoje, sem o menor problema. 

 

O São Cristóvão foi o primeiro a ser postado no jornal (no dia 23 de Agosto de 1927, na página 9). Um ano depois de conquistar o título (1926), a equipe Cadete ficou na 6ª posição (21 pontos em 18 jogos: Oito vitórias, Cinco empates e Cinco derrotas; marcando 51 gols e sofrendo 30)

 

 O segundo foi o Bangu A.C. (no dia 04 de Setembro de 1927, na página 9). Os Mulatinhos Rosados terminaram o Estadual na modesta 7ª colocação (13 pontos em 18 jogos: Cinco vitórias, Três empates e 10 derrotas; marcando 54 gols e sofrendo 64):   

 O C.R. Vasco da Gama foi o terceiro a ser postado no jornal (no dia 11 de Setembro de 1927, na página 9). A equipe da Cruz-de-malta terminou em 4º lugar no Estadual (24 pontos em 18 jogos: 10 vitórias, Quatro empates e Quatro derrotas; marcando 53 gols e sofrendo 29):

  

Por fim, o C.R. Flamengo, o grande campeão de 1927 (no dia 25 de Setembro de 1927, na página 9). O Rubro-negro levou o caneco por apenas um pontinho de vantagem do Fluminense, que ficou em segundo com 27 (28 pontos em 18 jogos: 13 vitórias, Dois empates e Três derrotas; marcando 47 gols e sofrendo 32):

  

 

  CURIOSIDADE – Na sua primeira publicação após a vitória em cima do América por 2 a 1 (18/09/27), que deu o título Estadual, o Jornal O Imparcial deu em sua manchete (no dia 20 de Setembro de 1927): “Flamengo Três vezes campeão”. O título era uma referência às conquistas no Atletismo, e no futebol nos Primeiros e Segundos Teams.

 

 

 

Por: David de Aguiar Ribeiro

A Federação Rio Grandense de Desportos (FRGD), desde a sua Fundação em 1918 até o ano de 1941, manteve-se como única entidade que tinha a incumbência de nortear os destinos do futebol gaúcho.

Porém, em três momentos, sua supremacia no Rio Grande do Sul foi colocada à prova, principalmente quando clubes de futebol filiados a entidade estavam descontentes com a FRGD ou com organizações que estavam sob a tutela desta instituição.

 O objetivo desse estudo é descrever como se sucederam os conflitos que marcaram o período de 1918 a 1941, quando o futebol foi dirigido pela FRGD. Para a realização da pesquisa foram consultados jornais, revistas, Atlas do Esporte do Rio Grande do Sul e almanaques esportivos.

Estas fontes impressas foram submetidas a análise documental e revelaram que houve três conflitos no período em que o futebol estava sob a tutela da FRGD.

Especialmente dois clubes de futebol da capital, o Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense e o Sport Club Internacional, lideravam o movimento que buscava romper com a FRGD, na tentativa de impor seus interesses.

A FRGD rompeu relações com pelo menos um dos clubes da dupla GRENAL, fato que influenciou os campeonatos, que desde então, não obtiveram o sucesso de edições quando os dois clubes expoentes do Rio Grande do Sul estavam presentes.

A FRGD, com o intuito de reestabelecer o êxito de seus campeonatos e fortalecer seu nome no cenário esportivo, reatou relações com os clubes dissidentes.

 

A Federação Paranaense de Futebol (FPF) foi fundada em 4 de agosto de 1937, após o aparecimento de vários movimentos realizados com o propósito de organizar o futebol no Paraná.

 

 Em 1926, a Associação Sportiva Paranaense (ASP) teve seu nome alterado para Federação Paranaense de Desportos (FPD), que existiu por 15 anos.  Somente em 1941, a FPDLiga Curitibana de Futebol (LCF) foram extintas e a FPF, desde essa data, se tornou a maior entidade do futebol paranaense.

 

NOME: CAMPO GRANDE ATHLETIC CLUB

CIDADE: Bairro de Campo Grande / Rio de Janeiro – RJ

CORES OFICIAIS: preto / branco

HISTÓRICO: Disputou os campeonatos da Liga Metropolitana de Desportos Terrestres nos anos 20 e 30.

 

Agradecimento ao José Farah pelo redesenho do escudo

Nota: Vou lançar uma hipótese e gostaria de contar com os nossos historiadores Sergio Mello e Auriel de Almeida. Esta equipe possuia o mesmo nome e mesmas cores do atual Campo Grande. Será que não é a mesma equipe que por algum motivo paralisou suas atividades e foi refundada em 1940 ?

 

Nessa pesquisa, encontro de tudo um pouco. Um exemplo é a reportagem do Jornal O Imparcial, do dia 24 de Maio de 1927 (nas páginas 9 e 11), no qual aborda o Campeonato da Liga Brasileira.

Além da competição, um escudo novo (pelo menos para mim) do Municipal Foot-Ball Club, que tinha a alcunha de ‘O Veterano clube alvi-verde da Brasileira’, sendo Fundado numa quinta-feira, do dia 28 de Novembro de 1912.

Agregando informações sobre o time e a competição, o nosso amigo, membro e Pesquisador Auriel de Almeida esclarece:

O Municipal era de Santo Cristo… E jogava de camisas verdes. Era um dos melhores clubes da Liga Brasileira.

A Sub-Liga Brasileira servia de “estágio” para os clubes. Eram observados com cuidado pelos membros da liga principal, e os que se destacassem acabavam ingressando na Segunda Divisão.

 A partir de 1929 ou 30, se não me engano, o estágio na Sub-Liga passou a ser obrigatório, pra entrar na segundona tinha que passar pela sub-liga primeiro. De certa forma, a sub-liga acabava sendo uma espécie de “Terceira Divisão“, já que o acesso da segundona para a primeira também dependia de aprovação em vários anos, e sem contar que a implantação da mesma coincide com o fim da terceira divisão original.

 O modelo foi copiado pelas sub-ligas profissionais nos anos 30. Dá pra fazer um paralelo com as ligas de samba atual, onde cada divisão é uma liga separada.

A famosa Liga Suburbana chegou a ser filiada, como sub-liga, também em 1921, mas a experiência foi péssima. Os principais clubes saíram, o campeonato foi de baixo nível e a mesma foi desfiliada (e extinta) em menos de dois anos. A Liga Brasileira realmente foi a que deu certo 

 

Abaixo, a matéria na íntegra:

A partida trava entre grêmios da Sub-liga, foi movimentada e teve desenrolar apreciável, que por certo satisfez a assistência que compareceu ao campo da Rua Sá, na Piedade (zona Norte do Rio).  

Directores, jogadores e assistentes, todos contribuíram para que reinasse sempre a ordem e a disciplina. Boas cargas foram feitas inicialmente, por ambos os quadros, parecendo à primeira vista que difícil seria os locaes perderem a partida.

Um jogo esperto e interessante prendeu a attenção, durante os quarenta minutos do primeiro tempo, que terminou de forma a contentar gregos e troyanos, pois houve um empate de 1 x 1, sendo marcadores: Caetano, do Municipal, e Julio, do Brasil, batendo penalidade maxima.

No segundo tempo, o jogo foi ainda mais attraente e o Brasil, jogando com ardor, teve a felicidade de desempatar – conquista esta que achamos ilegal, pois o jogador que conseguiu estava impedido.

Não intimidaram os visitantes e firmando-se no ataque, foram aos poucos se assenhoreando (dominando) do terreno e obtiveram mais três pontos, por intermédio de Waldemar, Alfredo e Zé Maria, vencendo, pois, por 4 a 2.

 MUNICIPAL: Zezé; Luiz e Elias; Ramos, Quadros e Ferreira; Zé Maria, Waldemar, Alfredo, Freitas e Caetano

 BRASIL: Edmundo; Paulino e Julio; Aristides, Branqueza e Edmundo; Merete, Zoca, Luciano, Alves e Jeronymo.

 Árbitro: José Miranda

 2º Quadro: Municipal 5 x 3 Brasil

3º Quadro: Municipal 2 x 1 Brasil

 Demais resultados:

Benfica 2 x 2 Itamaraty

Dois de Junho 4 x 2 Portugueza

 Classificação geral

Nº.

CLUBES

PG

J

V

E

D

GP

GC

SG

União

6

3

3

0

0

12

07

05

Municipal

6

3

2

0

1

15

08

07

Bemfica

6

4

2

2

0

06

04

02

Dois de Junho

5

5

2

1

2

10

09

01

Africano

3

3

1

1

1

06

04

02

Ferreira Pinto

3

3

1

1

1

03

02

01

Brasil

2

3

1

0

2

10

09

01

Itamaraty

1

3

0

1

2

05

11

-6

Portugueza

0

4

0

0

4

10

23

-13

10º

Luzitano

-

-

-

-

-

-

-

-

11º

Light

-

-

-

-

-

-

-

-

12º

Jacarepaguá

-

-

-

-

-

-

-

-

 
Em meados dos anos 20, o futebol ainda engatinhava no Brasil. Porém, o crescimento do ‘esporte bretão’ era impressionante. Os jornais já destacavam os grandes públicos entre 8 a 26 mil pessoas, o que para época eram verdadeiras multidões. 

Assim, os esportes como o Turfe, Boxe e Atletismo que antes eram os destaques nos periódicos, deram lugar ao futebol. Outro ponto que se destaca era a arte da época. Como as fotos eram artigo de luxo, inclusive para os próprios jornais, a alternativa era o trabalho dos desenhistas.

O estilo se manteve por décadas e teve vários seguidores como o Jornal dos Sports que utilizou essa arte até os anos 80-90. Abaixo, é possível ver o destaque e estilo das capas do Jornal O Imparcial (nos meses de junho e julho de 1927), que davam grande destaque aos jogos dos finais de semana. 

O Imparcial 07-06-1927 (Capa)

 

O Imparcial 14-06-1927 (Capa)

 

O Imparcial 28-06-1927 (Capa)

 

O Imparcial 05-07-1927 (Capa)

 

O Imparcial 12-07-1927 (Capa)

 

O Imparcial 19-07-1927 (Capa)

 

O Imparcial 26-07-1927 (Capa)

 

A liga, que havia sido dissolvida no ano anterior, voltou a ser fundada em 29 de fevereiro de 1908, inscrevendo-se seis clubes para o certame do ano: Fluminense, Botafogo, América, Rio Cricket, Paissandu e Riachuelo.

O título coube ao Fluminense, invicto, com 18 pontos ganhos e apenas dois perdidos, provenientes de dois empates com o Botafogo, vice-campeão e seu grande rival na época. Quem decidiu o título foi o América, terceiro colocado, ganhando do Botafogo tanto no turno quanto no returno.

O artilheiro tricolor foi Edwin Cox, com seis gols, mas o goleador do campeonato foi o botafoguense Flávio Ramos, com sete. O time base do campeão está escalado na foto abaixo:

Os campeões de 1908, com a taça.Em pé: Oswaldo Gomes, Horácio Costa Santos, Edwin Cox, Emile Etchegaray e Félix Frias.Sentados: Nestor Macedo, Buchan, João Leal, Victor Etchegaray, Salmond e Waterman.Fonte: http://largodomachado.blogspot.com

Tabela

Participantes

América - América Football Club (Rio de Janeiro)
Botafogo - Botafogo de Futebol e Regatas (Rio de Janeiro)
Fluminense - Fluminense Football Club (Rio de Janeiro)
Paissandu - Paissandu Atlético Clube (Rio de Janeiro)
Riachuelo - Riachuelo Football Club (Rio de Janeiro)
Rio Cricket - Rio Cricket Athletic and Association (Niterói)

Turno único

[May 03]
Paissandu    1-10 Fluminense
[May 10]
América      6-0  Riachuelo
Rio Cricket  0-1  Botafogo
[May 17]
América      3-0  Paissandu
[May 24]
Fluminense   3-0  Rio Cricket
[May 31]
Botafogo     5-0  Riachuelo
[Jun 07]
América      1-5  Rio Cricket
[Jun 14]
Fluminense   4-4  Botafogo
[Jun 21]
Rio Cricket  5-1  Paissandu
[Jun 28]
Botafogo     0-2  América
[Jul 05]
Fluminense  11-0  Riachuelo  (Neste jogo o Riachuelo protestou contra uma
penalidade e decidiu abandonar o campeonato. O clube foi considerado perdedor
por WO em suas partidas restantes.)
[Jul 19]
Rio Cricket WO-0  Riachuelo
Fluminense   2-1  América
[Jul 26]
Paissandu   WO-0  Riachuelo
[Aug 02]
Rio Cricket  0-3  Fluminense
[Aug 09]
Paissandu    0-WO Botafogo
América     WO-0  Riachuelo
[Aug 16]
Fluminense  WO-0  Riachuelo
[Aug 23]
Paissandu    0-8  Rio Cricket
[Aug 30]
América      3-2  Botafogo
[Sep 06]
América      2-3  Fluminense
[Sep 13]
Paissandu   WO-0  Riachuelo
Botafogo    WO-0  Rio Cricket  (O Rio Cricket não compareceu ao jogo, sendo
considerado perdedor por WO.)
[Sep 20]
Botafogo     6-0  Paissandu
[Sep 27]
Rio Cricket  0-WO América  (Rio Cricket foi incapaz de montar uma equipe
com 11 jogadores e foi considerado derrotado por WO. Ambas as equipes,
então disputaram um jogo treino (América 4-1). Essa partida é muitas vezes
confundido como um jogo do campeonato.)
Botafogo    WO-0  Riachuelo
[Oct 04]
Fluminense   6-1  Paissandu
[Oct 18]
Rio Cricket WO-0  Riachuelo
Paissandu    0-WO América  (O Paissandu não compareceu ao jogo.)
[Nov 01]
Botafogo     2-2  Fluminense 

Standings
Team                           PTS   M   W   D   L  GP  GA  GD  AVG
 1.Fluminense                   17  10   7   3   0  44  11  33  1,700
 2.Botafogo                     11  10   3   5   2  20  11   9  1,100
 3.América                      11  10   4   3   3  18  12   6  1,100
 4.Rio Cricket                  10  10   3   4   3  18   9   9  1,000
 5.Riachuelo                     7  10   0   7   3   0  22 -22  0,700
 6.Paissandu                     4  10   0   4   6   3  38 -35  0,400

Fonte: Placar/ RSSSF Brasil

 

Complementando o meu último artigo, eis alguns detalhes dos campeonatos da Federação Paulista de Football, entidade oficial do futebol paulista em 1933 e 1934.

CAMPEONATO PAULISTA DE FOOTBALL de 1933 – FPF

Participantes (só se inscrevram clubes da capital, não houve campeonato do interior):

- C.A. Albion (São Paulo) – ex-São Paulo Alpargatas, havia vencido a segundona no ano anterior, mas sua participação na primeirona da APEA havia sido vetada pelos “figurões” do conselho técnico, situação bem comum na época. Sua sede era na Rua São Jorge, pertinho do Corinthians.

- A.A. Casale Paulista (São Paulo) – clube do bairro Cambuci.

- Feira Livre F.C. (São Paulo)

- Minas Geraes F.C. (São Paulo) – do bairro do Brás, chegou a disputar outros paulistões e ser campeão de divisões inferiores. No final dos anos 20 mudou de nome algumas vezes, fez fusão, e chegou a se chamar Auto-Audax. Em 1933, por algum motivo, o clube voltou a se chamar Minas Geraes.

- A.A. das Palmeiras (São Paulo) – surpresa para mim. Alguns sócios do veterano e famoso clube de futebol da capital não haviam aceitado o fim da equipe e fuga de sócios para o SFC e resolveram “reerguer” o clube, com sede nova (já que a Floresta ficou com o Tricolor). Infelizmente, durou pouco tempo.

- C.A. Paulista (São Paulo) – fruto da fusão entre o tradicional S.C. Internacional e o Antarctica

- A.A. República (São Paulo) – clube do bairro Aclimação, participou de campeonatos anteriores. Ao que fui informado, ainda existe como time amador.

- São Paulo Railway A.C. (São Paulo) – atual Nacional Atlético Clube, o “Ferrinho”.

- União Guarany F.C. (São Paulo)

- União Vasco da Gama F.C. (São Paulo)

Os seguintes clubes faziam parte do grupo dos “fiéis” à CBD, participariam do campeonato, mas desistiram antes do início da competição, pois temiam que a FPF não fosse reconhecida. Foi um mal movimento, pois a mesma foi filiada pela CBD em agosto, dois meses após o início da competição. Considerados fortes, a ausência deles foi mais do que sentida:

- Guarani F.C. (Campinas)

- C.A. Juventus (São Paulo) – o “Moleque Travesso” só se tornaria o C.A. Fiorentino no ano seguinte

- C.A. Santista (Santos)

 

OS CAMPEÕES DA FPF em 1933

Campeonato Paulista de Primeiros Quadros – Albion (campeão), União Guarany (vice)

Campeonato Paulista de Segundos Quadros – Albion (campeão), São Paulo Railway (vice)

Torneio Início de Primeiros Quadros – Paulista (campeão), Albion (vice)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Notícia sobre a filiação da Federação Paulista de Football, em 1933

 

 

 

NOME: SÃO FRANCISCO FUTEBOL CLUBE
FUNDAÇÃO: 2003
SITUAÇÃO: AMADOR
ESTÁDIO: MUNICIPAL “O GERALDÃO”
TÍTULOS: CAMPEÃO MUNICIPAL DE 2006 E 2009

 Município de Belém do São Francisco/PE

Localização do Município – Possui uma área de 1842,7 km² e fica 486 km distante de Recife. Sua população estimada em 2011era de 20.259 habitantes. Faz limite com Salgueiro (norte), Estado de Bahia (sul), Itacuruba e Carnaubeira da Penha (leste) e Cabrobó (oeste).


 

O Esporte Clube Juventude é uma agremiação do município de Não-me-Toque (RS). Fundado no dia 21 de Agosto de 1967, a Sede do clube fica na Loc. Linha São Paulo, s/n, no centro.

O pequeno município não-me-toquense (cerca de 16 mil habitantes) fica a 282 km da capital gaúcha. O Juventude se prepara para disputar o Campeonato Municipal de Futebol de Campo de Não-Me-Toque, que começa no dia 24 de junho.

O certame está começando mais cedo e deve ser encerrado já em setembro. Motivo: as melhores equipes irão participar do Campeonato Sul-Brasileiro de Futebol Amador (Para maiores informações sobre essa competição, é só clicar nesse link: http://pt.wikipedia.org/wiki/Campeonato_Sul-Brasileiro_de_Futebol_Amador).

Foto: Facebook do E.C. Juventude

 

 Escudo atual

 O Esporte Clube Guarani é uma agremiação do município de Ijuí (RS). O clube foi Fundado no dia 14 de Novembro de 1986. A sua Sede fica na Rua Emilio Frederico Buhrer, s/n, no Bairro Elizabeth.

Ijuí fica no Noroeste Rio-grandense, a cerca de 395 km de Porto Alegre. Com uma população de 79.159 (Censo IBGE/2011), o município, como não poderia deixar de ser, tem no futebol o seu ‘carro-chefe’.

Tanto isso é verdade que a Coordenadoria Municipal de Esporte e Lazer (CMDL) é quem organiza o maior campeonato de futebol amador do Estado. E, o Guarani é o atual campeão (Invicto) ijuiense, levantando a taça em 2011. Agora o Esporte Clube Guarani já se prepara para lutar pelo Bi.  

Escudo antigo

 

Nem só de grandes jogadores é feita a história do futebol em Ijuí.  Principalmente na década de 60, equipes amadoras (também chamadas de varzeanas) marcaram a história ijuiense por protagonizarem uma época de ouro para o município, quando alguns clubes chegaram a figurar até mesmo no cenário nacional.

O legado deixado pelos antepassados é visível até nos dias de hoje, na organização de diversos campeonatos durante todo o ano, mesmo que em menor escala.

Tudo começou em 7 de maio de 1951. Em Ijuí, recém era criada a Liga Ijuiense de Futebol (LIF). A fundação da entidade era uma obrigação da Federação de Futebol para os municípios que contavam com pelo menos três clubes filiados à federação. Na época, o município contava com o Esporte Clube São Luiz, o Gaúcho da Linha 8, o Force Luz e o Esporte Clube São José.

Com a criação da Liga Ijuiense de Futebol, a entidade se preocupou em fazer um campeonato varzeano – o que hoje se entende por campeonato amador. A própria liga se responsabilizou em criar um departamento de futebol. O primeiro presidente do departamento foi Alexandre de Almeida, que também era funcionário da empresa Artefatos de Madeira Schmidt.

Por isso, em 1956 foi realizado o primeiro campeonato em nível de cidade (campeonato varzeano). No interior, outros clubes já contavam com equipes. O trabalho do departamento funcionou, mas com a extinção do Force Luz e do São José, a Liga foi extinta e, em 1966, foi criado o Conselho Municipal de Desporto (CMD) – o que hoje é representado pela Coordenadoria Especial de Desporto e Lazer (CEDL).

 

O primeiro campeonato e as equipes de destaque

Enfim, em 1960, foi realizado o primeiro campeonato do interior do município. Na primeira edição, 14 equipes participaram. Com competições do interior e da cidade definidas, uma nova sistemática: os campeões do interior e da cidade se encontravam para um confronto final que definiria o grande campeão do município. Com o tempo, a popularidade da competição foi crescendo e mais de 80 equipes chegaram a participar de determinadas edições.

Muitas agremiações se destacaram até mesmo em âmbito nacional. O maior exemplo ijuiense é a Sociedade Esportiva Ouro Verde, que foi a responsável pela revelação de Dunga, capitão do tetra e ex-treinador da Seleção Brasileira de Futebol. Foi uma das equipes mais bem organizadas do futebol amador ijuiense e a que mais conquistou títulos ao longo da história.

Outros clubes de grande destaque que se organizara em Ijuí foram a Estrela Vermelha e o Atlas, do bairro São José. Segundo o escritor e jornalista aposentado, Ademar Campos Bindé, os clubes mais antigos do município são o Riograndense (do então distrito de Bozano) e o Oriental, surgidos entre 1914 e 1917.

Hoje, uma das equipes de maior tradição é o Juventude, de Rincão dos Gói. Entre as equipe que estão localizadas em áreas ainda pertencentes a Ijuí, o Gaúcho da Linha 8 (Floresta) ocupa o posto de mais antigo do interior do município, fundado em 4 de março de 1917. Outra equipe de grande destaque foi o Ipiranga, do então distrito de Coronel Barros.
Luta incansável pela vitória

Alguns campeonatos “rápidos” também eram realizados em Ijuí. Muito além do campeonato amador, competições que duravam apenas um dia movimentavam equipes de todas as localidades do município. Alguns destes torneios reuniam até 40 times e, segundo Bindé, se tornavam uma “verdadeira festa esportiva”.

O sorteio da ordem dos jogos era realizado no mesmo dia da competição. Como muitas equipes se inscreviam nos torneios, a maioria dos jogos não passava de dez minutos de duração. Com pouco tempo para fazer gols, a maioria dos jogos era decidida nas penalidades máximas.

Diferentemente do padrão que todos conhecem, de cobranças de penalidades alternadas e com cinco jogadores de cada equipe, nos campeonatos de Ijuí apenas um atleta de cada clube cobrava todos os pênaltis.

Os campeonatos normalmente iam noite adentro e as decisões geralmente aconteciam apenas no pôr-do-sol. Farroupilha e Gaúcho, ambos da Linha 8, em Floresta, sabem bem o que é isso. Os protagonistas de um dos maiores clássicos da história do futebol amador ijuiense também foram estrelas de uma história, no mínimo, curiosa.

As duas equipes tinham à disposição os dois melhores cobradores de pênaltis do município da década de 60. Reza a lenda que, em uma das partidas destes campeonatos de apenas um dia de duração, uma das partidas foi decidida nos pênaltis. Mas ninguém imaginava as proporções que a decisão tomaria. Ênio Thorstemberg e Nicolau Meggiolaro, cobradores oficiais de pênaltis de Gaúcho e Farroupilha, respectivamente, representariam suas equipes na decisão por… penalidades máximas.

Segundo Bindé, pessoas que presenciaram o momento dizem que nenhum dos dois errava um pênalti sequer. Por falta de luz natural, a organização do torneio teve de ir em busca de um caminhão para iluminar o local da disputa por pênaltis para que o confronto continuasse.

IJUÍ E OS SEUS REPRESENTANTES NO GAUCHÃO

Como bem lembrou o amigo e membro Mario Ielo, o futebol ijuiense já teve três representantes que disputaram à elite do Campeonato Gaúcho:

1927 – Grêmio Foot-Ball Ijuhiense, azul e branco, mudou para Oriental, e foi incorporado pela atual Sociedade Ginastica de Ijuí;
1934 – Sport Club 19 de Outubro;
1975 –  A primeira participação do Esporte Clube São Luiz.

Fonte: Site da Prefeitura de Ijuí

 

artigo de José Renato Santiago

É verdade que, historicamente, foram poucos os momentos em que o futebol cearense teve grande destaque nacional. As duas maiores equipes do estado, Fortaleza e Ceará,
já chegaram a ser vice-campeãs da Taça Brasil e Copa do Brasil.

Sim, exceções, que fundamentam qualquer regra, no entanto fazia muito tempo que o
futebol alencarino não vivia um momento tão ruim tanto dentro como fora de campo.  O ano de 2011 tinha acabado com três rebaixamentos nos campeonatos nacionais, dois que foram efetivados em campo e outro evitado de forma torpe.

Na Série A, o Ceará caiu para a Série B, após “conseguir” o feito de vencer apenas uma
partida em casa durante todo o returno.

Na Série B, o Icasa de Juazeiro do Norte passou quase todo o campeonato na zona de
rebaixamento, de onde não saiu ao final da competição.

Na Série C, talvez o fato mais vergonhoso de todos, o tradicional Fortaleza só não foi
rebaixado devido a ridícula sequência de fatos duvidosos nos minutos finais da
partida frente ao CRB. Um papelão!!!

Nada poderia ser pior para 2012, no entanto, novamente o papelão técnico e moral
continua sendo a mote do futebol cearense.

Primeiro fato lamentável envolveu outra tradicionalíssima equipe, o Ferroviário que foi rebaixado de forma inédita e preventivamente resgatado por “irregularidades” envolvendo jogadores do caçula Crateús.

As vésperas da partida final do campeonato, o Clássico Rei, entre Fortaleza e Ceará, surgiram denúncias envolvendo um suposto acerto em partida entre o Alvinegro e o São Caetano pela Série B de 2009.

Mas, ainda havia mais por vir…

Ao final da partida que deu o bicampeonato ao Ceará, os dirigentes alvinegros proibiram seus jogadores de irem levantar o troféu de campeão, sob a alegação que a
Federação Cearense de Futebol tinha arranjado o título para o rival.

Muito embora na final, o Fortaleza tenha tido um jogador expulso, e o Ceará tenha
marcado o gol do título através de um pênalti, corretamente marcado.

Mesmos motivos utilizados pelos dirigentes do Leão do Pici a também não irem receber o troféu de vice-campeão estadual.

Enquanto os clubes cearenses tentam se acabar, os altos dirigentes e governantes de meu querido estado natal só têm olhos para a Copa do Mundo e dos benefícios que
terão com ela.

Como diria o pernambucano mais cearense de todos, Luiz Gonzaga: “…Mas doutô uma esmola a um homem qui é são, Ou lhe mata de vergonha ou vicia o cidadão…”

Fonte:  www.jrsantiago.com.br  -  ww.memoriafutebol.com.br

 

mai 152012
 

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O Modesto Football Club foi uma agremiação da cidade do Rio de Janeiro (RJ). Fundado numa terça-feira, do dia 27 de maio de 1913, o clube tinha a sua Sede e campo, na Rua Goyaz (atual Rua Goiás), próxima da estação Quintino Bocaiúva (do ramal principal da Central do Brasil), no Subúrbio Carioca.  Atualmente, o local não existe mais e no seu lugar há casas e lojas comerciais. As suas cores eram o preto e o vermelho.

 O clube rubro-negro disputou à elite do futebol carioca duas vezes: 1924 e 1935. Na sua primeira participação, pela Liga Metropolitana de Desportos Terrestres (LMDT), o Modesto F.C. ficou na Série C, terminando na segunda posição com 17 pontos, atrás apenas do Engenho de Dentro A.C. (22 pontos).

 Contudo, apenas os campeões avançaram: Vasco da Gama (Série A), Bonsucesso F.C. (Série B) e o Engenho de Dentro A.C. (Série C). No final, o Vasco goleou o Engenho de Dentro por 5 a 0 (23/11/1924) e o Bonsucesso por 1 a 0 (30/11/1924) e ficou com o título. O Bonsucesso foi vice-campeão e o Engenho acabou em terceiro lugar. 

 Abaixo, os resultados dos jogos do Modesto F.C. em 1924. A campanha foi: 17 pontos em 12 jogos; com Sete vitórias, três empates e duas derrotas; marcando 32 gols e sofrendo 13, com um saldo de 19 gols.

25/05

Engenho de Dentro A.C.

2

X

1

Modesto FC

Eng. De Dentro

1º/06

Modesto F.C.

5

X

0

Ramos FC

Quintino

15/06

Modesto F.C.

2

X

3

S.C. Everest

Quintino

22/06

Campo Grande A.C.

0

X

2

Modesto FC

Campo Grande

29/06

Independência F.C.

0

X

4

Modesto FC

Independência

13/07

Olaria A.C.

2

X

2

Modesto FC

Rua Cândido Silva, em Olaria

10/08

Ramos F.C.

0

X

7

Modesto FC

Rua Jockey Club, em Ramos

31/08

Modesto F.C.

3

X

3

Campo Grande A.C.

Quintino

14/09

Modesto F.C.

2

X

1

Independência

Quintino

12/10

Modesto F.C.

W.O.

X

-

Olaria A.C.

Quintino

26/10

S.C. Everest

0

X

2

Modesto FC

Inhaúma

02/11

Modesto F.C.

2

X

2

Engenho de Dentro A.C.

Quintino

 

A sua segunda e última participação em 1935, o Modesto disputou a Liga Carioca de Football (LCF). O campeonato foi disputado por seis clubes (América, Bonsucesso, Flamengo, Fluminense, Modesto e Portuguesa), que se enfrentaram em três turnos, todos contra todos. No final, o América Football Club foi o grande campeão, somando.

 Já o Modesto F.C. terminou na 5ª posição. Foram Sete pontos em 15 jogos: Três vitórias, Um empate e 11 derrotas; marcando 19 gols e sofrendo 56. O único jogo realizado em Quintinho, no dia 1º de setembro de 1935, o Modesto venceu por 2 a 1 a A.A. Portuguesa Carioca.

 Abaixo, os resultados dos jogos do Modesto F.C. em 1935:

21/07

A.A. Portuguesa

3

X

4

Modesto F.C.

Campos Sales

28/07

América F.C.

3

X

1

Modesto FC

Campos Sales

11/08

Modesto FC

1

X

3

C.R. Flamengo

Estrada do Norte, na Rua Uranos

18/08

Modesto FC

2

X

6

Fluminense F.C.

Estrada do Norte, na Rua Uranos

25/08

Modesto FC

1

X

1

Bonsucesso F.C.

Estrada do Norte, na Rua Uranos

1º/09

Modesto FC

2

X

1

A.A. Portuguesa

Quintino

08/09

Modesto FC

0

X

5

América F.C.

Estrada do Norte, na Rua Uranos

22/09

C.R. Flamengo

4

X

1

Modesto F.C.

Laranjeiras

29/09

Fluminense F.C.

9

X

0

Modesto F.C.

Laranjeiras

06/10

Bonsucesso F.C.

4

X

0

Modesto F.C.

Estrada do Norte, na Rua Uranos

13/10

A.A. Portuguesa

4

X

2

Modesto F.C.

Estrada do Norte, na Rua Uranos

20/10

Modesto F.C.

1

X

6

América F.C.

Laranjeiras

27/10

Modesto F.C.

1

X

2

C.R. Flamengo

Campos Sales

03/11

Modesto F.C.

0

X

4

Fluminense F.C.

Campos Sales

10/11

Modesto F.C.

3

X

1

Bonsucesso F.C.

Campos Sales

 

Time base do Modesto FC (1935): Onça, Alfredo e Válter; Valdemar (Cito), Gunça, (Rhodas) e Rodrigues (Vavá); Jorge (Ary), Theodomiro (Galego), Paranhos, Estanislau e Mangueirinha.

 

Careca em ação no mundial de 1986

Reza a lenda que o “Se” não joga. E, de fato, é uma verdade. Mesmo assim, às vezes, confabulando com os meus botões me pergunto: “Será que o atacante Careca não tivesse se lesionado dias antes da estreia na Copa do Mundo de 1982, na Espanha… A Seleção Brasileira não teria se sagrado campeã?”

Bate-me uma resposta segura: “Sim, seriamos tetracampeões mundiais”.

 Há 30 anos, Careca, aos 21 anos, estava no auge. No seu lugar, o técnico Telê Santana escolheu Serginho Chulapa. Diante do estilo em que aquela seleção jogava, acho que o Roberto Dinamite seria a melhor opção, deixando Serginho para entrar na segunda etapa.

 Agora, mesmo sabendo que o brasileiro gosta de ver campeões, eu aprendi a guardar com carinho aquela Seleção, que se não ganhou o título, deixou um legado: o futebol brasileiro não pode nunca deixar de uma arte.

 CARECA: NÃO ERA ‘UM ATACANTE’… MAS SIM ‘O ATACANTE’!  

Nascido de berço futebolista, já que o pai foi ponta-esquerda da Ponte Preta, o atacante Careca foi um dos principais jogadores de sua geração. Vestiu a camisa da Seleção Brasileira 66 vezes e ainda disputou duas Copas do Mundo: 86 no México e 90 na Itália.

Quis o destino que ele começasse a carreira justamente no maior rival do time em que seu pai jogou. Em 78, Careca foi contratado pelo Guarani e de cara se sagrou campeão brasileiro daquele ano. Para melhorar, foi dele o gol do título. Nos seis anos que esteve no Bugre o centroavante marcou 80 gols.

Careca era dado como certo na Seleção que iria disputar a Copa do Mundo de 1982, na Espanha. No entanto, uma lesão às vésperas do Mundial o deixou fora da competição.

Quando se recuperou, Careca foi jogar no São Paulo. No tricolor paulista foi campeão estadual duas vezes e ainda conquistou outro brasileiro, o de 86.

Em pé (da esquerda para a direita): Taffarel, Jorginho, Mauro Galvão, Mozer, Ricardo Gomes e Branco; Agachados: Muller, Alemão, Careca, Dunga e Valdo.

Neste mesmo ano, Careca foi vice-artilheiro da Copa do Mundo, disputada no México. Foram cinco gols em cinco jogos. O título não veio, já que o Brasil foi eliminado pela França antes da final, mas o reconhecimento internacional, sim.

No ano seguinte, Careca se transferiu para o Napoli, onde formou dupla com Diego Maradona. Na Itália, ele conquistou dois títulos nacionais, uma Copa da Uefa e mais a Recopa italiana.

O centroavante ainda disputou mais uma Copa do Mundo pela Seleção Brasileira, em 90, na Itália. Marcou mais dois gols nos quatro jogos que disputou.

Em pé (da esquerda para a direita): Taffarel, Mauro Galvão, Ricardo Gomes, Mozer, Jorginho, e Branco; Agachados: Muller, Alemão, Careca, Dunga e Valdo.

Aos 33 anos, Careca aceitou o desafio de jogar no Japão e também obteve sucesso no país. Depois de quatro anos no futebol japonês, o atacante voltou ao Brasil para defender o Santos. Depois de atuar em poucas partidas pelo time paulista, encerrou a carreira.

 FICHA-TÉCNICA: CARECA (1982-1993)

Nome: Antonio de Oliveira Filho

Natural: Araraquara (SP)

Nascimento: 05 de Outubro de 1960

Posição: Atacante

Pela Seleção Brasileira Principal: 65 jogos, 39 vitórias, 16 empates, 10 derrotas. Gols: 30

Duas Copas do Mundo: 1986 e 1990.

Jogos em Copa do Mundo: Nove jogos , Sete vitórias, um empate, uma derrota; marcando Sete gols.

 TODOS OS 65 JOGOS PELO BRASIL

1 – 21.03.1982 – 1 x 0 ALEM.  OCIDENTAL

2 – 05.05.1982 – 3 x 1 PORTUGAL

3 – 19.05.1982 – 1 x 1 SUÍÇA

4 – 27.05.1982 – 7 x 0 IRLANDA

5 – 28.04.1983 – 3 x 2 CHILE (1)

6 – 08.06.1983 – 4 x 0 PORTUGAL (2)

7 – 12.06.1983 – 1 x 1 PAÍS DE GALES

8 – 17.06.1983 – 2 x 1 SUÍÇA (1)

9 – 22.06.1983 – 3 x 3 SUÉCIA (1)

10 – 28.07.1983 – 0 x 0 CHILE

11 – 17.08.1983 – 1 x 0 EQUADOR

12 – 24.08.1983 – 0 x 1 ARGENTINA

13 – 13.10.1983 – 1 x 1 PARAGUAI

14 – 20.10.1983 – 0 x 0 PARAGUAI

15 – 04.11.1983 – 1 x 1 URUGUAI

16 – 28.04.1985 – 0 x 1 PERU

17 – 02.05.1985 – 2 x 0 URUGUAI (1)

18 – 05.05.1985 – 2 x 1 ARGENTINA (1)

19 – 15.05.1985 – 0 x 1 COLÔMBIA

20 – 02.06.1985 – 2 x 0 BOLÍVIA

21 – 08.06.1985 – 3 x 1 CHILE

22 – 30.06.1985 – 1 x 1 BOLÍVIA (1)

23 – 12.03.1986 – 0 x 2 ALEM. OCIDENTAL

24 – 01.04.1986 – 4 x 0 PERU (1)

25 – 08.04.1986 – 3 x 0 ALEM.  ORIENTAL (1)

26 – 17.04.1986 – 3 x 0 FINLÂNDIA

27 – 30.04.1986 – 4 x 2 IUGOSLÁVIA (1)

28 – 07.05.1986 – 1 x 1 CHILE

29 – 01.06.1986 – 1 x 0 ESPANHA

30 – 06.06.1986 – 1 x 0 ARGÉLIA (1)

31 – 12.06.1986 – 3 x 0 IRL. DO NORTE (2)

32 – 16.06.1986 – 4 x 0 POLÔNIA (1)

33 – 21.06.1986 – 1 x 1 FRANÇA (1)

34 – 21.06.1987 – 4 x 1 EQUADOR (1)

35 – 24.06.1987 – 1 x 0 PARAGUAI

36 – 28.06.1987 – 5 x 0 VENEZUELA (1)

37 – 03.07.1987 – 0 x 4 CHILE

38 – 27.03.1989 – 1 x 2 Sel. Resto do Mundo

39 – 22.06.1989 – 0 x 0 Milan (ITA)

40 – 23.07.1989 – 1 x 0 JAPÃO

41 – 30.07.1989 – 4 x 0 VENEZUELA

42 – 20.08.1989 – 6 x 0 VENEZUELA (4)

43 – 03.09.1989 – 2 x 0 CHILE (1)

44 – 14.10.1989 – 1 x 0 ITÁLIA

45 – 20.12.1989 – 1 x 0 HOLANDA (1)

46 – 28.03.1990 – 0 x 1 INGLATERRA

47 – 05.05.1990 – 2 x 1 BULGÁRIA

48 – 13.05.1990 – 3 x 3 ALEM.  ORIENTAL (1)

49 – 19.05.1990 – 1 x 0 Comb. Madrid

50 – 28.05.1990 – 0 x 1 Comb. Umbria

51 – 10.06.1990 – 2 x 1 SUÉCIA (2)

52 – 16.06.1990 – 1 x 0 COSTA RICA

53 – 20.06.1990 – 1 x 0 ESCÓCIA

54 – 24.06.1990 – 0 x 1 ARGENTINA

55 – 11.09.1991 – 0 x 1 PAÍS DE GALES

56 – 19.05.1992 – 1 x 0 Milan (ITA) (1)

57 – 26.08.1992 – 2 x 0 FRANÇA

58 – 16.12.1992 – 3 x 1 ALEMANHA

59 – 18.02.1993 – 1 x 1 ARGENTINA

60 – 06.06.1993 – 2 x 0 EUA (1)

61 – 10.06.1993 – 3 x 3 ALEMANHA (1)

62 – 14.06.1993 – 1 x 1 INGLATERRA

63 – 14.07.1993 – 2 x 0 PARAGUAI

64 – 18.07.1993 – 0 x 0 EQUADOR

65 – 01.08.1993 – 5 x 1 VENEZUELA


 Fotos e dados: Site da CBF

 

Fugindo um pouco do tema “futebol fluminense”, o post de hoje é sobre mais uma injustiça do mundo do futebol.

Todos sabemos que nos conturbados 30 anos iniciais do esporte predileto dos brasileiros foram frequentes as cisões esportivas estaduais, originando ligas rivais e disputas de duas competições em um mesmo ano.

A regra sobre a validade ou não desses campeonatos é simples: foi um clube grande que ganhou? Se sim, o título é contado, se não, é relegado às traças da memória.

Contudo, o caso do futebol paulista em 1933 e 1934 é ainda mais chocante: os campeonatos da Federação Paulista de Football, a entidade OFICIAL do futebol de São Paulo, ou seja, FILIADA E RECONHECIDA pela entidade máxima do país, a Confederação Brasileira de Desportos, esta por sua vez reconhecida pela FIFA, é simplesmente ignorada pela atual FPF, assim como pela imprensa. O motivo original: seus campeões, Albion (33) e Juventus (34) são clubes pequenos. O motivo atual: dirigentes da FPF atual e a mídia em geral nem devem saber que esse campeonato existiu.

 

Juventus, o campeão paulista oficial de 1934, quando se chamava C.A. Fiorentino

Explicando melhor a história:

A Associação Paulista de Esportes Athleticos (APEA), dirigente oficial do futebol paulista, já vinha se aproximando do profissionalismo, para o desgosto de alguns clubes. Em 1926 houve uma séria cisão, quando as agremiações que se diziam verdadeiramente amadoristas abandonaram a APEA e fundaram a Liga de Amadores de Football (LAF). A CBD, no entanto, continuou do lado da APEA, pois o profissionalismo desta não podia ser comprovado. De 1926 até 1929 houveram dois campeonatos paulistas, o da APEA e o da LAF, sendo que apenas o da APEA, filiada à CBD, era oficial. Não obstante, mesmo que a LAF fosse “pirata”, todos, atualmente, contabilizam os dois campeonatos na lista oficial de campeões paulistas. Foram eles:

1926 – Palestra Itália (APEA) e Paulistano (LAF)

1927 – Palestra Itália (APEA) e Paulistano (LAF)

1928 – Corinthians (APEA) e Internacional (LAF)

1929 – Corinthians (APEA) e Paulistano (LAF)

Sem apoio oficial a LAF, enfraquecida, acabou. E seus principais clubes, entre eles Paulistano, AA das Palmeiras, Germânia e Internacional, relevantíssimos no cenário do futebol paulista, infelizmente saíram de cena de nosso futebol, sendo alguns extintos e outros apenas encerrando o departamento de futebol.

De 1930 a 1932 a APEA reinou sozinha no futebol bandeirante. Porém, em 1933, veio a cisão profissionalista. E eis o que aconteceu, contando em paralelo os fatos no Distrito Federal (Rio de Janeiro), para ajudar na compreensão.

Os dois maiores centros de futebol do país eram comandados, até então, pela já mencionada APEA (SP) e pela Associação Metropolitana de Esportes Athleticos (AMEA, do DF/Rio), ambas filiadas à CBD.

Em 1933 alguns clubes do Rio e de São Paulo decidiram implantar o regime profissional. A CBD foi categoricamente contra. O que aconteceu no Rio e em São Paulo, então, de certa forma foram o inverso um do outro.

No Rio de Janeiro a AMEA, entidade oficial, manteve-se do lado da CBD e bateu o pé contra o profissionalismo, por mais que o mesmo já fosse praticado por baixo dos panos. Os clubes dissidentes, então, saíram da AMEA (e, junto, da CBD e da FIFA) e fundaram a Liga Carioca de Football (LCF), profissional e “pirata”.

Em São Paulo foi o contrário. A direção da APEA posicionou-se a favor do profissiolismo, e foi desfiliada pela CBD, tornando-se uma liga não-oficial. Alguns clubes, porém, preferiram ficar do lado da CBD, e fundaram a Federação Paulista de Football (FPF), logo filiada e reconhecida pela CBD como a entidade máxima do futebol paulista. Entre eles o Guarani, a Ponte Preta, o CA Paulista, Hespanha (atual Jabaquara), São Paulo Railway (atual Nacional), entre outros.

Em 1933 e 1934, então, tivemos no Rio e em São Paulo dois campeonatos em cada, sendo um “amador” (em tese) e oficial (reconhecido pela CBD, entidade filiada à FIFA), e o outro profissional e pirata (não-oficial, lembrando que a Federação Brasileira de Football foi criada depois pelos dissidentes, mas jamais reconhecida pela FIFA). Foram campeões:

1933/SP – Albion (“amador”, oficial), Palestra Itália (profissional, pirata)

1933/Rio – Botafogo (“amador”, oficial), Bangu (profissional, pirata)

1934/SP – Juventus (“amador”, oficial), Palestra Itália (profissional, pirata)

1934/Rio – Botafogo (“amador”, oficial), Vasco (profissional, pirata)

Lembrando que o Juventus, quando conquistou o título, chamava-se “Clube Atlético Fiorentino”, jogando com camisa grená e flor-de-lis inspirada no emblema da Fiorentina italiana no peito. Depois de conquistar o título de “Campeão Paulista de Futebol” o Juventus ainda conquistou a Taça São Paulo, novo nome da Taça Competência, ao vencer a AA Ferroviária de Pindamonhangaba, campeã do interior, por 5 x 0 e 3 x 1. Esse título também não é lembrado, pois até da lista de campeões da Taça Competência Albion e Juventus são excluídos…

A história da cisão no Rio de Janeiro é muito bem lembrada, pelo tamanho do Botafogo. Porém, em São Paulo, Juventus (que até então conquistara um terceiro lugar em 1932, em campeonato com todos os grandes) e Albion foram jogados para escanteio.

Em 1935 a facção “cebedista”, como os jornais chamavam, virou o jogo. A CBD finalmente aceitou o profissionalismo (ou melhor, admitiu que este fosse praticado às claras), e muitos dos clubes mais fortes das entidades piratas passaram para o seu lado, exceção feita à Flamengo, Fluminense, América e Portuguesa, que ainda insistiriam com a FBF por mais alguns anos. Um dos motivos da debandada para a CBD: como a entidade era filiada à FIFA, fora dela os dissidentes não conseguiam jogar partidas amistosas internacionais, e a tendência seria um isolamento e enfraquecimento cada vez maior. Bastava a CBD aceitar o profissionalismo para ganhar a parada.

De 1935 a 1936, novamente foram dois campeonatos, desta vez ambos eram profissionais, continuando a APEA e a LCF como “piratas” e com as amadoristas FPF e AMEA sendo “transformadas” em entidades profissionais, sendo elas a Liga Paulista de Football e a Federação Metropolitana de Desportos. Seus campeões:

1935/SP – Santos (profissional, oficial), Portuguesa (profissional, pirata)

1935/Rio – Botafogo (profissional, oficial), América (profissional, pirata)

1936/SP – Palestra Itália (profissional, oficial), Portuguesa (profissional, pirata)

1936/Rio – Vasco (profissional, oficial), Fluminense (profissional, pirata)

Como podemos ver, ao contrário de 33 e 34 todos os campeões do ano são equipes consideradas grandes em seus estados. Logo, nenhum desses títulos são esquecidos na contagem oficial das respectivas federações estaduais.

A situação de esquecimento é tão grave que mesmo o Juventus parece não entender o status do título que ganhou. Na página oficial do clube, informam secamente que foram campeões paulistas amadores, quase dando a entender que era um título de categoria inferior. Ora, todos os campeões pré-1933, em todo o Brasil, eram amadores!

Já o Albion nem existe mais para se defender.

Resta apenas aos que amam o futebol guardar esses fatos com cuidado, e divulgarem sempre que puderem.

 

A Federação Norteriograndense organiza torneios de futebol feminino desde o final da década de 80, porém de forma organizada e oficial foi a partir do momento que a CBF criou a Copa do Brasil, que é a maior competição feminina do país, a partir do ano de 2007.

Os campeões a partir de 2007 e os que pesquisei anteriormente:

2001-Santa Cruz  de São Gonçalo do Amarante
2002 Fluminense de Extremoz
2003 Fluminense de Extremoz
2004 Fluminense de Extremoz

2007 ABC de Natal

2008 Parnamirim SC

2009 Potiguar de Parnamirim

2010 Potiguar de Parnamirim

2011 Força e Luz de Natal

2012 América de Natal

 

Por favor amigos estou tentando relacionar as equipes que foram campeões femininas estaduais e nacionais de 2011, quem tiver por favor queira postar neste espaço:

Acre -
Alagoas – CESMAC
Amapá -
Amazonas -
Bahia – São Francisco do Conde
Ceará -
Distrito Federal – CRESSPOM
Espírito Santo – Associsação Atletas de Jesus
Goiás -
Maranhão -
Mato Grosso – Mixto
Mato Grosso do Sul -
Minas Gerais – Comercial
Paraná – Foz Cataratas
Paraíba -
Pará – Tuna Luso Brasileira
Pernambuco – Vitória
Piauí -
Rio de Janeiro – Duque de Caxias
Rio Grande do Norte -
Rio Grande do Sul -
Rondonia – Santos PVH FC
Roraima -
Santa Catarina – Kindermann/Caçador
São Paulo – Santos FC
Sergipe -
Tocantins -

Copa do Brasil – Foz Cataratas/PR
Brasileiro -

 

 

 

 A Associação Operário Futebol Clube é uma agremiação do município de Sapucaia do Sul (RS). Fundado no dia 1º de Maio de 1979, a Sede do clube fica na Vila Alcina, no bairro Ipiranga. O Operário já conquistou dois títulos do campeonato local: 1986 e 2002.

 

O Cidade Nova Futebol Clube é uma agremiação da cidade de Rio Claro, no Interior Paulista. Fundado no dia 12 de Agosto de 1930, a Sede fica localizada na Rua Três-B, 624, no Bairro de Cidade Nova.

 
Resultado  da escolha do artigo da semana 015/2012
Perido de 7 a 13 de maio de 2012
  1. Canhoteiro, o ponta que tinha o corpo inteiro torto –  Gilberto Maluf. e  O que essa Locomotiva já transportou!!! – Vicente H. Baroffaldi.4
  2. Campos (RJ) e o histórico de seus campeões: 1914 a 1977 – Sérgio Mello e Santos F.C. quebra mais um recorde –  Sergio Mello 3
  3. Copa Atlântico de Clubes de 1956 seria a Libertadores de hoje? – Gilberto Maluf , Clubes de Brasília: S. E. Comercial – José Ricardo Almeida , Contra o Boca Juniors, o maior número de jogos internacionais do São Paulo – Vicente Baroffaldi e Ferroviária De Avaré – Toninho Sereno 2
  4. Esperança Futebol Clube –Nova Iguaçu (RJ) – Mario Ielo ; Guarany Football Club – Niterói (RJ) – Mario Ielo ; Internacional Football Club – Niterói (RJ) – Mario Ielo  ; IV Taça dos Invictos –FPF/1971 – Vicente H. Baroffaldi ; G.A. Farroupilha- Pelotas:História e o título Gaúcho de 1935 – Sérgio Mello;
    Sport Club Brasil da Urca – Capital (RJ) – SergioMello ; Clubes do Rio de Janeiro – Modesto Football Club –  Julio Diogo ; Torneio Inicio Maranhense – 1924 – Julio Diogo ; Locomotiva, ano IX (1959) -  Vicente Baroffaldi. ;
    A.A. Santa Adélia – Toninho Sereno C.A. Osasco – Toninho Sereno ; Colinas Atlético -Toninho Sereno ; A.A. Santana De Rio Claro- Toninho Sereno e Ferroviário do Estreito (MA) – André Martins 1
 

O Campeonato Paraibano de 2012 acabou.  Mas a polêmica continua.  Com a goleada aplicada sobre o Sousa por 4×0, o Campinense levanta o 19º título de sua historia, sob os olhares da desconfiança.

Será que este é um título indevido?

A verdade é que a raposa foi sim a melhor equipe de toda a competição e a prova disso foi o primeiro lugar alcançado ao fim de toda a primeira fase –quando todos se enfrentaram em jogos de ida e volta.

Mas o que pode deixar essa conquista marcada negativamente para os campeões rubro negros é o suposto acordo entre Sousa e Campinense para que a grande final fosse disputada num jogo de cartas marcadas.

O Campinense daria o segundo turno ao Sousa e o Dinossauro facilitaria para que a raposa se tornasse o campeão paraibano de 2012.

Tudo isso, para prejudicar o Treze – eterno rival do Campinense – e deixar de fora do campeonato brasileiro serie D no segundo semestre desse ano, Copa do Brasil e Copa Nordeste do ano que vem.

Após o placar elástico deste domingo, as especulações em torno da legitimidade do confronto decisivo só aumentaram. Mas o torcedor raposeiro, que esperava por esse momento há quatro anos, agora ecoa os gritos de é campeão por todo Estado – principalmente na rainha da Borborema, que se veste de vermelho e preto.

Os torcedores comemoram também os 21 gols de seu novo ídolo, o atacante Warley, maior artilheiro do clube em uma única temporada.

Portanto, com suspeição ou não, o Campinense é de fato o grande campeão.

por toquedeletraesportes

 

 

Com as finais dos campeonatos do Nordeste os dezesseis clubes que irão disputar o Campeonato do Nordeste de 2013 já estão definidos. Pelo regulamento da CBF as vagas do torneio que retorna no próximo anos serão do campeão e vice e do terceiro colocado em Pernambuco e Bahia.

Confira os classificados: América/RN, ABC/RN, Bahia/BA, Vitória/BA, Feirense/BA, Sport/PE, Santa Cruz/PE, Salgueiro/PE, Ceará/CE, Fortaleza/CE, CRB/AL, ASA/AL, Confiança/SE, Itabaiana/SE, Campinense/PB e Sousa/PB.

Em relação aos anos anteriores que eram 16 clubes fixos, perderam as vagas o Fluminense/BA, Náutico/PE, CSA/AL, Sergipe/SE, Treze/PB e Botafogo/PB.

 

 

O atacante Neymar segue brilhando e, crescendo a cada partida. Um jogador moderno, que sabe ajudar na marcação, driblar, lançar, dar belos passes e brindar os torcedores com um futebol arte. Independente do estado, ver o Neymar dá prazer.

Mesmo tendo um Fluminense e Botafogo decidindo o título Carioca, optei por assistir Santos x Guarani só para ver o futebol “moleque” do jovem atacante santista.

Após se tornar o maior artilheiro do Santos após a Era Pelé, agora, sou mais um a acompanhar o Neymar nessa busca para entrar no selecto grupo dos 10 maiores do clube da Vila Belmiro. Atualmente, o jogador é o 16º colocado com 108 gols e está a 43 para igualar o décimo lugar que está com Tite (151). Alguém dúvida que Neymar chegará lá?

Nome

Gols

Período

Posição geral

Após Era Pelé

Pelé

1091

1956-1974

 -

Pepe

405

1954-1969

 -

Coutinho

370

1958-1970

 -

Toninho Guerreiro

283

1963-1969

 -

Feitiço

216

1927-1932/1936

 -

Dorval

198

1956-1967

 -

Edu

183

1966-1976

 -

Araken Patusca

177

1923-1929

 -

Pagão

159

1955-1963

 -

Tite

151

1951-1957/1960-1963

10º

 -

Camarão

150

1923-1934

11º

 -

Antoninho

145

1941-1954

12º

 -

Odair

134

1943-1952

13º

 -

Raul Cabral Guedes

120

1933-1942

14º

 -

Vasconcelos

111

1953-1959

15º

 -

NEYMAR

108

2009-2012

16º

Álvaro

106

1953-1961

17º

 -

Del Vecchio

105

1953-1957/1965-1966

18º

 -

João Paulo

104

1977-1984/1992

19º

Serginho Chulapa

104

1983-1984/1986/1988/1990

19º

Ary Patusca

103

1915-1922

21º

 -

Juary

101

1976-1979/1989

22º

Gradim

97

1936-1944

23º

 -

Rui Gomide

97

1937-1947

23º

 -

Robinho

94

2002-2005/2010

25º

Kléber Pereira

87

2007-2009

26º

Douglas

79

1967-1972

27º

 -

Siriri

75

1923-1929

28º

 -

Guga

74

1992-1994

29º

Giovanni

73

1994-1996/2005/2006

30º

Mário Seixas

67

1930-1936

31º

 -

Viola

67

1998-1999/2001

31º

Elano

65

2002-2005/2011-2012

33º

10º

Lima

65

1961-1971

33º

 -

Arnaldo Silveira

64

1912-1921

35º

 -

Nicácio

61

1949-1955

36º

 -

Nenê

60

1969-1974

37º

 -

Deivid

60

1999-2001/2004-2005

37º

11º

Dodô

59

1999-2001

39º

12º

Macedo

59

1994-1998

39º

12º

Logu

58

1931-1935

41º

 -

Vitor Gonçalves

58

1930-1936

41º

 -

Zito

57

1952-1967

43º

 -

Paulinho McLaren

55

1989-1992

44º

14º

Evangelista

55

1925-1931

44º

 -

Haroldo Pires Domingues

55

1921-1927

44º

 -

Pita

53

1976-1984

47º

15º

Cláudio Adão

51

1973-1976

48º

 -

Constantino

51

1920-1924

48º

 -

Léo Oliveira

50

1967-1975

50º

 -

 

Fonte: Centro de Memória e Estatística do Santos FC

Foto: RAC

 

01 de janeiro – Em partida amistosa o Sampaio Corrêa goleia o Maranhão por 10 a 1.

03 de janeiro – O Tupan vence de forma surpreendente o Moto Clube por 2 a 0, em continuação do campeonato Maranhense de 1947.

04 de janeiro – Em partida pelo Campeonato Maranhense de 1947, nova vitória do Sampaio Corrêa sobre o Maranhão por 4 a 2.

07 de janeiro – O Sampaio Corrêa goleia o Tupan por 7 a 0 em partida amistosa.

11 de janeiro – Iniciando sua temporada pelos campos maranhenses, o Bahia de salvador perde para o Maranhão por 4 a 2.

14 de janeiro – Em sua segunda partida, o Bahia se reabilita e vence o Tupan por 4 a 0.

18 de janeiro – Nova vitória do Bahia, agora sobre o Moto Clube por 2 a 1,

21 de janeiro – Encerrando a excursão, o Bahia se despede com derrota para o Sampaio Corrêa por 3 a 1.

31 de janeiro – Novo amistoso entre Sampaio Corrêa e Maranhão e nova vitória dos “bolivianos! Por 4 a 1.

29 de fevereiro – Após um longo período sem futebol na capital maranhense, novamente se enfrentam Sampaio Corrêa e Maranhão, agora com um empate em dois gols.

06 de março – Novo empate em partida amistosa entre Sampaio Corrêa e Maranhão por 1 gol.

14 de março – A equipe do Sampaio Corrêa excursiona a cidade de Rosário e vence a seleção local por 8 a 0. Na capital, Moto Clube e Maranhão empatam em dois gols em partida amistosa.

18 de março – Em novo amistoso, o Maranhão consegue a vitória sobre o Sampaio Corrêa por 4 a 1.

21 de março – O Tupan continua fazendo surpresa e vence o Sampaio Corrêa por 4 a 3 em jogo amistoso.

28 de março – Abrindo o Torneio Triangular, o Sampaio Corrêa vence o Maranhão por 2 a 0.

31 de março – Na segunda partida do torneio, o Maranhão se reabilita e vence o Moto Clube por 3 a 2.

04 de abril – Com a vitória do Moto Clube sobre o Sampaio Corrêa por 3 a 2, encerra-se o primeiro turno do Torneio Triangular com todas as equipes empatadas.

08 de abril – Iniciando o returno, o Moto Clube vence o Maranhão por 4 a 2.

12 de abril – Na maior goleada entre estas equipes, o Sampaio Corrêa vence o Maranhão por 14 a 1 em continuação do Torneio Triangular.

15 de abril – Estreando em São Luís, o Flamengo do Rio de Janeiro venceu um combinado Sampaio Corrêa/Maranhão por 3 a 1.

17 de abril – Em sua despedida a equipe carioca empata com o Moto Clube por dois gols.

22 de abril – O Maranhão em partida amistosa vence o Santa Isabel por 3 a 2.

25 de abril – Com o empate em quatro gols entre Sampaio Corrêa e Moto Clube, encerra-se o Torneio Triangular. As mesmas equipes terminam empatadas e irão disputar uma melhor de três pontos.

01 de maio – Em homenagem ao dia do trabalho, o Sampaio Corrêa vence um Combinado Santa Isabel/ Tupan por 2 a 1.

02 de maio – Em partida amistosa, vitória do Moto Clube sobre o Maranhão por 4 a 3.

11 de maio – Iniciando a decisão do Torneio Triangular, o Sampaio Corr~ea vence o Moto Clube por 2 a 1.

15 de maio – Na segunda partida da decisão, o Moto Clube surpreende e goleia o Sampaio Corrêa por 7 a 2.

23 de maio – Em partida amistosa, empatam em dois gols, Sampaio Corrêa e Maranhão.

30 de maio – Goleando o Sampaio Corrêa por 5 a 2, o Moto Clube conquista o Torneio Triangular.

06 de junho – Iniciando sua temporada, a equipe do América do Recife perde para o Maranhão por 2 a 1.

09 de junho – Em sua segunda partida a equipe pernambucana sofre nova derrota e por goleada para o Sampaio Corrêa, 4 a 1.

13 de junho – Na sua penúltima partida, nova derrota, agora para o Moto Clube por 4 a 3.

15 de junho – Despedindo-se dos campos maranhenses, o América empata em um gol com o Sampaio Corrêa.

20 de junho – Em partida amistosa, o Moto Clube derrota o Maranhão por 2 a 1.

27 de junho – Empate de 1 gol em partida amistosa entre Sampaio Corrêa e Maranhão.

Fonte: Diário de São Luiz / MA

 

Outro posto concorrido no Campeonato Carioca é o ‘Goleador máximo’. A competição já teve jogadores inquestionáveis, tanto no trato com a bola quanto com a competência em marcar gols. Só para citar alguns nomes: Preguinho; Carvalho Leite; Leônidas da Silva; Heleno de Freitas; Ademir Menezes; Nilo; Zizinho; Amarildo ‘O Possesso’; Paulo Borges; Doval; Zico, Romário, Quarentinha, entre outros.  

 FOGÃO JÁ TEVE 31 ARTILHEIROS

Ao longo dos 108 Estaduais, o Botafogo foi o clube que mais vezes teve um artilheiro no Cariocão: 31 vezes. O Flamengo está atrás com 28; Fluminense (22); Vasco (17); Bangu (10); São Cristóvão (quatro); América (três); Volta Redonda  e Andarahy (com dois); e Boavista, Bonsucesso, Canto do Rio, Carioca, Madureira, Paysandu e Villa Isabel, todos um artilheiro.

 

Confira a relação dos jogadores que mais vezes se tornaram artilheiros:

1° Romário – 7 vezes (1986, 87, 96, 97, 98, 99 e 00).
2° Zico – 6 vezes (1975, 77, 78, 79 – Especial, 79 e 82).
3° Túlio Maravilha – 3 vezes (1994, 95 e 05).
Roberto Dinamite – 3 vezes (78, 81 e 85).
Cláudio Adão – 3 vezes (78, 80 e 84).
Quarentinha – 3 vezes (58, 59 e 60).
Carvalho Leite – 3 vezes (1936 – FMD, 38 e 39).
Nilo – 3 vezes (1924, 27 e 33 – AMEA).

 Todos artilheiros de 1906 a 2012:

1906 – Horácio Costa Santos (Fluminense) – 18 gols
1907 – Flávio Ramos (Botafogo) – 6 gols
1908 – Edwin Cox (Fluminense) – 12 gols
1909 – Flávio Ramos (Botafogo) – 18 gols
1910 – Alberto de Lamare (Botafogo) – 22 gols
1911 – James Calvert (Fluminense) – 7 gols
1912 – Harry Robinson (Paysandu) – 26 gols [LMSA]*
Mimi Sodré (Botafogo) – 12 gols [AFRJ]**
1913 – Mimi Sodré (Botafogo) – 13 gols
1914 – Bartholomeu “Barthô” (Fluminense) – 10 gols
1915 – Welfare (Fluminense) – 19 gols
1916 – Aluízio (Botafogo) – 12 gols
1917 – Luiz Meneses (Botafogo) – 16 gols
1918 – Luiz Meneses (Botafogo) – 21 gols
1919 – Braz de Oliveira (São Cristóvão) – 24 gols
1920 – Arlindo (Botafogo) e Claudionor (Bangu) – 18 gols
1921 – Sylvio Moreira “Cecy” (Villa Isabel) – 15 gols
1922 – Braz de Oliveira (Carioca) – 15 gols
1923 – Nonô (Flamengo) – 17 gols
1924 – Nilo (Fluminense) – 28 gols [AMEA]***
Telê (Andarahy) – 17 gols [LMDT]****
1925 – Nonô (Flamengo) – 27 gols
1926 – Vicente (São Cristovão) – 25 gols
1927 – Nilo (Botafogo) – 30 gols
1928 – Vicente (São Cristóvão) – 21 gols
1929 – Telê (América) e Russinho (Vasco) – 23 gols
1930 – Ladislau (Bangu) e Preguinho (Fluminense) – 20 gols
1931 – Russinho (Vasco) – 17 gols
1932 – Preguinho (Fluminense) – 21 gols
1933 – Tião (Bangu) – 13 gols [LCF]*****
Nilo (Botafogo) – 19 gols [AMEA]
1934 – Nélson (Flamengo) – 10 gols [LCF]
Bianco (Andarahy) – 18 gols [AMEA]
1935 – China (Bonsucesso) – 16 gols [LCF]
Ladislau (Bangu) – 19 gols [FMD]******
1936 – Hércules (Fluminense) – 23 gols [LCF]
Carvalho Leite (Botafogo) – 15 gols [FMD]
1937 – Niginho (Vasco) – 25 gols
1938 – Carvalho Leite (Botafogo) e Leônidas da Silva (Flamengo) – 16 gols
1939 – Carvalho Leite (Botafogo) – 22 gols
1940 – Leônidas da Silva (Flamengo) – 30 gols
1941 – Pirillo (Flamengo) – 39 gols
1942 – Heleno de Freitas (Botafogo) – 28 gols
1943 – João Pinto (São Cristovão) – 26 gols
1944 – Geraldino (Canto do Rio) – 19 gols
1945 – Lelé (Vasco) – 15 gols
1946 – Rodrigues (Fluminense) – 28 gols
1947 – Dimas (Vasco) – 18 gols
1948 – Octávio (Botafogo), Orlando (Fluminense) – 21 gols
1949 – Ademir Menezes (Vasco) – 30 gols
1950 – Ademir Menezes (Vasco) – 25 gols
1951 – Carlyle (Fluminense) – 23 gols
1952 – Zizinho (Bangu), Menezes (Bangu) – 19 gols
1953 – Benítez (Flamengo) – 22 gols
1954 – Dino da Costa (Botafogo) – 24 gols
1955 – Paulinho (Flamengo) – 23 gols
1956 – Waldo (Fluminense) – 22 gols
1957 – Paulinho Valentim (Botafogo) – 22 gols
1958 – Quarentinha (Botafogo) – 20 gols
1959 – Quarentinha (Botafogo) – 27 gols
1960 – Quarentinha (Botafogo) – 25 gols
1961 – Amarildo (Botafogo) – 18 gols
1962 – Saulzinho (Vasco) – 18 gols
1963 – Bianchini (Bangu) – 18 gols
1964 – Amoroso (Fluminense) -19 gols
1965 – Amoroso (Fluminense) – 10 gols
1966 – Paulo Borges (Bangu) – 16 gols
1967 – Paulo Borges (Bangu) – 13 gols
1968 – Roberto (Botafogo) – 13 gols
1969 – Flávio (Fluminense) – 15 gols
1970 – Flávio (Fluminense) – 18 gols
1971 – Paulo Cezar Caju (Botafogo) – 11 gols
1972 – Doval (Flamengo) – 16 gols
1973 – Dario (Flamengo) – 15 gols
1974 – Luizinho Lemos (América) – 20 gols
1975 – Zico (Flamengo) – 30 gols
1976 – Doval (Fluminense) – 20 gols
1977 – Zico (Flamengo) – 27 gols
1978 – Zico (Flamengo), Roberto Dinamite (Vasco) e Cláudio Adão (Flamengo) – 19 gols
1979 – Zico (Flamengo) – 26 gols
1979 – Extra – Zico (Flamengo) – 34 gols
1980 – Cláudio Adão (Fluminense) – 20 gols
1981 – Roberto Dinamite (Vasco) – 31 gols
1982 – Zico (Flamengo) – 21 gols
1983 – Luizinho Lemos (América) – 22 gols
1984 – Cláudio Adão (Bangu) e Baltazar (Botafogo) – 12 gols
1985 – Roberto Dinamite (Vasco) – 12 gols
1986 – Romário (Vasco) – 20 gols
1987 – Romário (Vasco) – 16 gols
1988 – Bebeto (Flamengo) – 17 gols
1989 – Bebeto (Flamengo) – 18 gols
1990 – Gaúcho (Flamengo) – 14 gols
1991 – Gaúcho (Flamengo) – 17 gols
1992 – Ézio (Fluminense) – 15 gols
1993 – Valdir (Vasco) – 19 gols
1994 – Túlio (Botafogo) e Charles (Flamengo) – 14 gols
1995 – Túlio (Botafogo) – 27 gols
1996 – Romário (Flamengo) – 26 gols
1997 – Romário (Flamengo) – 18 gols
1998 – Romário (Flamengo) – 10 gols
1999 – Romário (Flamengo) – 16 gols
2000 – Romário (Vasco) – 19 gols
2001 – Edílson (Flamengo) – 16 gols
2002 – Fábio (Volta Redonda) – 16 gols
2003 – Fábio Bala (Fluminense) – 10 gols
2004 – Valdir (Vasco) – 14 gols
2005 – Túlio (Volta Redonda) – 12 gols
2006 – Dodô (Botafogo) – 9 gols
2007 – Dodô (Botafogo) e Marcelo (Madureira) – 13 gols
2008 – Wellington Paulista (Botafogo) – 14 gols

2009 – Maicosuel (Botafogo) – 12 gols

2010 – Vagner Love (Flamengo) – 15 gols

2011 – Fred (Fluminense) – 10 gols

2012 – Alecssandro (Vasco) e Somália (Boavista)  – 12 gols

 

Após o término do 108º Campeonato Estadual do Rio de Janeiro (1906-2012), o Ranking geral segue inalterado. O Flamengo, maior vencedor com 32 títulos, segue liderando com 3.093 pontos. O Fluminense, que conquistou no último domingo o seu 31º caneco, está em segundo lugar com 3.035. O vice-campeão Botafogo é o terceiro com 2.924; enquanto o Vasco da Gama é o quarto com 2.876. Abaixo o Ranking completo com todos os clubes participantes.

 Ranking por Participações

Por outro lado, no número de participações em cariocas, o Fluminense lidera com 108, ou seja, esteve presente em todas as edições. Seguido pelo Botafogo com 107, já que no estadual de 1911, o Alvinegro disputou três jogos, mas decidiu se retirar da competição por não aceitar as punições impostas pela Liga Metropolitana de Sports Athléticos (LMSA), após os incidentes na partida contra o América (1 a 1), no Estádio Voluntários da Pátria.

Engana-se que o terceiro clube que mais vezes esteve presente tenha sido Flamengo ou Vasco.  Na verdade foi o América, que disputa o Campeonato Estadual da Série B, com 102 participações. Depois aparece o Flamengo com 101, o Bangu com 97 e o Vasco da Gama é o sexto com 91.  Apesar de não disputar o Carioca há 14 anos, o São Cristóvão ainda é o sétimo com o maior número de participações com 71 vezes. O oitavo é o Madureira com 66, o Olaria é o nono com 62, e o Bonsucesso completa os ‘Dez mais’ com 58 participações.

CAMPEONATOS CARIOCAS: 1906 – 2012

 CLASSIFICAÇÃO GERAL

Nº.

CLUBES

PG

J

V

E

D

GP

GC

SG

CR Flamengo

3.129

2.101

1.277

417

407

4.765

2.338

2.427

Fluminense FC

3.077

2137

1.254

429

454

4.646

2.458

2.188

Botafogo FR

2.964

2.109

1.173

467

470

4.522

2.591

1.931

CR Vasco da Gama

2.914

1.938

1.178

390

370

4.113

2.000

2.113

América FC

2.221

1.964

864

435

665

3.437

2.810

629

Bangu AC

1.893

1.916

708

430

773

3.088

3.309

- 221

São Cristóvão FR

1.005

1.304

370

264

670

1.961

2.742

-781

Madureira EC

938

1.252

296

265

691

1.520

2.576

- 1.056

Olaria AC

911

1.196

289

288

619

1.366

2.144

- 778

10º

Americano FC

800

740

234

229

277

755

926

- 171

11º

Bonsucesso FC

760

1.147

250

258

639

1.429

2.545

-1.116

12º

Volta Redonda FC

495

599

152

171

276

613

871

- 258

13º

Campo Grande AC

433

592

129

175

288

461

871

- 410

14º

AA Portuguesa

422

724

134

146

444

655

1.439

- 784

15º

Friburguense AC

319

311

84

81

146

328

510

- 182

16º

Andarahy AC

281

339

110

58

171

662

828

- 156

17º

Canto do Rio FC

265

496

92

81

323

639

1.333

- 694

18º

Goytacaz FC

221

280

65

91

124

239

369

- 130

19º

AD Cabofriense

200

225

52

64

109

237

377

- 140

20º

Itaperuna FC

161

225

47

65

113

174

310

- 136

21º

Boavista SC

149

138

40

35

63

196

253

- 57

22º

Resende FC

99

81

27

18

36

107

142

-35

23º

Macaé Esporte FC

87

76

25

14

37

107

126

- 19

24º

Carioca EC

84

133

33

18

82

207

365

- 156

25º

Vila Isabel FC

78

142

31

16

95

229

436

- 207

26º

SC Brasil da Urca

77

188

24

29

135

267

647

- 380

27º

Duque de Caxias FC

75

75

21

15

39

97

146

- 51

28º

Rio Cricket AA

68

89

30

08

51

139

191

- 52

29º

Paysandu AC

67

73

30

07

36

148

156

- 8

30º

Serrano FC

65

81

20

25

36

65

100

-35

31º

Clube Syrio Libanez

60

96

25

09

62

153

218

- 65

32º

América FC-TR

59

79

17

26

36

66

106

- 40

33º

Nova Iguaçu FC

57

55

15

12

28

73

101

- 28

34º

Mesquita FC

51

78

10

27

41

56

124

- 68

35º

SC Mangueira

42

119

15

12

92

111

433

- 322

36º

Engenho de Dentro AC

41

31

17

07

07

76

48

26

37º

Entrerriense FC

39

61

11

15

35

57

124

- 67

38º

Confiança AC

31

32

10

11

11

53

58

- 5

39º

EC Tigres do Brasil

29

30

07

04

19

38

60

- 22

40º

Mavílis FC

25

26

08

09

09

60

61

- 1

41º

Modesto FC

24

27

10

04

13

51

69

- 18

42º

River FC

24

32

10

04

18

46

76

- 30

43º

São Paulo-Rio FC

22

14

10

02

02

22

16

06

44º

EC Nova Cidade

22

14

04

14

26

22

80

- 58

45º

Fidalgo FC

18

14

08

02

04

23

16

7

46º

SC Americano

17

19

08

01

10

45

43

02

47º

SC Everest

17

12

07

03

02

21

13

8

48º

SC Cocotá

17

18

06

05

07

28

44

- 16

49º

Helênico AC

17

32

07

03

22

50

92

- 42

50º

Metropolitano AC

16

14

07

02

05

21

20

01

51º

ADN – Niterói

14

37

03

08

26

23

79

- 56

52º

Palmeiras AC

13

32

04

05

23

40

113

- 73

53º

Riachuelo FC

13

30

06

01

23

28

91

- 63

54º

Campo Grande AC

11

12

05

01

06

12

14

-2

55º

Paulistano FC

10

10

04

02

04

14

26

- 12

56º

Cardoso Moreira FC

09

15

02

03

10

15

35

- 20

57º

Americano FC – Rio

08

14

03

02

09

20

24

- 4

58º

Esperança FC

08

14

03

02

09

21

33

-12

59º

SC Mackenzie

08

14

03

02

09

23

38

- 15

60º

Germânia FC

07

10

03

01

06

11

31

- 20

61º

Jequiá  EC

06

15

03

00

12

24

53

- 29

62º

Ramos FC

06

12

03

00

09

10

49

- 39

63º

Haddock Lobo FC

06

20

02

02

16

24

103

- 79

64º

Independência FC

05

12

02

01

09

19

21

- 2

65º

Cattete FC

04

10

02

00

08

14

16

- 2

66º

Internacional FC

04

10

02

00

08

05

35

- 30

67º

Football & Athletic Club

04

16

02

00

14

04

64

- 60

Protegido: AMÉRICA DE SÃO FERNANDO (RN)

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mai 142012
 

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O União Costa Pinto Futebol Club é uma agremiação da cidade de Piracicaba, no Interior Paulista. Fundado no dia 26 de Agosto de 1927, é um dos mais antigos clubes da cidade.

Na história da Liga Piracicabana de Futebol (LPF), o União Costa Pinto F.C. já conquistou três títulos: 1968, 1972 e 1973, e três vice-campeonatos: 1951, 1956 e 1967.

 

Fonte e Foto: Torrezan

 

 

No Dia das Mães, quem comemorou 62 anos foi a Associação Ferroviária Avareense do município Avaré, no Interior Paulista. O clube foi Fundado no dia 13 de Maio de 1950. A Sede fica na Avenida Major Rangel, 2.229 – Avaré (SP). E o seu Estádio é Antônio Braga.

 

 

A Associação Atlética Santa Adélia é uma agremiação do município de Santa Adélia (SP). O clube fica localizado na Rua Prudente Morais, 640, A A – Santa Adélia. Conforme o nosso amigo e membro André Martins… A data da fundação do AA Santa Adélia foi no dia 30 de Maio de 1969.

 

 

O Colina Atlético é uma agremiação do município de Colina (SP). Fundado em 1945, a sua Sede fica localizada na Avenida Rui Barbosa, 847 – Centro – Colina. O temido Tigre do Vale colinense atraia multidões ao estádio da Avenida Rui Barbosa.  

Sede do Colina Atlético

 A cidade de Colina, no interior do Estado de São Paulo, é conhecida como ‘Colina Cidade Carinho’, e compreende um território de 424 km2 de área, que faz divisa com os Municípios de Barretos, Jaborandi, Terra Roxa, Bebedouro, Monte Azul Paulista e Severínia.

 

 Foto: http://colinasp.blogspot.com.br

 

O Esporte Clube Operário é uma agremiação do município de Tambaú (SP). Conhecido carinhosamente por ‘Leão, O mais simpático’, o clube foi Fundado no dia 30 de Junho de 1921. A sua Sede fica na Rua Dr. Alfredo Guedes, 603, em Tambaú. O seu Estádio é o Jaula da Alfredo Guedes.

Escudo antigo

O E.C. Operário já disputou uma edição do Campeonato Paulista da 3ª Divisão (atual A3), em 1986; e três edições do Paulista da 4ª Divisão (atual B): 1988, 1989 e 1991. Atualmente o departamento de futebol do clube dedica-se apenas a competições amadoras.

 

 

 O Clube Atlético Osasco é uma agremiação da cidade de Osasco (SP). O Clube foi Fundado no dia 14 de Outubro de 1914. A sua Sede fica na Rua Erasmo Braga (antiga Rua André Rovai), 900, no Bairro: Presidente Altino, em Osasco.

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